Enfrentamento ao assédio eleitoral em empresas é tema de evento em Maringá, com participação do MPT

(Maringá, 04/03/2026) Em ano eleitoral, uma das principais preocupações do Ministério Público do Trabalho (MPT) é o risco de assédio eleitoral aos trabalhadores por parte de seus empregadores. Apesar de o período eleitoral e as campanhas ainda não terem iniciado, o tema já está sendo discutido em todo o país e será objeto do evento “Eleições, trabalho e responsabilidade”, que acontece no dia 9 de março, na Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim).

Justiça do Trabalho concede liminar exigindo que Lojas Colombo regularizem práticas relativas à anotação de jornada

(Maringá, 23/02/26) A Justiça do Trabalho concedeu, na data de 19 de fevereiro, liminar exigindo que as Lojas Colombo corrijam irregularidades encontradas pelo Ministério Público do Trabalho no Paraná (MPT-PR) no registro de ponto e controle de jornada de funcionários da rede. A decisão do juiz substituto Guilherme Mayer Amin teve como base depoimentos de trabalhadores da empresa, ouvidos pelo MPT-PR em inquérito civil, que motivou a abertura de ação civil, após tentativa de acordo infrutífera com as Lojas Colombo por meio de Termo de Ajuste de Conduta (TAC).

MPT em Maringá firma TAC com usina canavieira por irregularidades envolvendo trabalhadores indígenas

(Maringá, 21/10/2025) O Ministério Público do Trabalho no Paraná (MPT-PR), por meio da Procuradoria do Trabalho em Maringá, celebrou, nesta terça-feira (21), Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com a Usina Renuka, após a constatação de irregularidades envolvendo trabalhadores indígenas nas atividades da empresa em São Pedro do Ivaí (PR) e no alojamento oferecido em Itambé (PR). As irregularidades, que incluem a falta de pagamento e de fornecimento de alimentação aos trabalhadores que exerciam atividades de corte manual da cana da usina, foram verificadas em inspeções realizadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) a pedido do MPT.

Justiça do Trabalho atende a pedido do MPT em Maringá e decreta a dissolução de Cooperativa e Associação por fraude trabalhista

(Maringá, 04/09/2025) A Justiça do Trabalho acolheu ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) em Maringá-PR e declarou a ilegalidade do modelo de intermediação de mão de obra praticada pela Cooperativa de Transporte e Logística e pela Associação dos Condutores Operadores Logísticos do Transporte (COOPLOG). A condenação se deu em razão do reconhecimento de fraude na constituição da cooperativa, posteriormente transformada em associação, ambas utilizadas para recrutar entregadores sob a falsa condição de cooperados ou associados com o objetivo de afastar direitos trabalhistas e previdenciários.